No Dia Internacional das Mulheres na Engenharia, celebrado em 23 de junho, a BRK, concessionária responsável pelos serviços de água e esgoto em Sumaré, reforça a importância da ampliação da participação feminina em um setor historicamente ocupado por homens e destaca o papel estratégico dessas profissionais para a inovação, a sustentabilidade e a evolução dos serviços de saneamento.
A valorização da diversidade faz parte da estratégia ESG da companhia, que desenvolve iniciativas voltadas às temáticas ambiental, social e de governança e tem entre seus compromissos a promoção de um ambiente cada vez mais inclusivo, com a ampliação da participação feminina no setor de saneamento
Apesar dos avanços observados nos últimos anos, a engenharia ainda é uma profissão predominantemente masculina. Uma pesquisa do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), realizada pela Quaest e divulgada em maio de 2025, aponta que apenas 20% das pessoas cadastradas no sistema Confea/Crea são mulheres.
Nesse contexto, ampliar a presença feminina na área representa um passo importante para fortalecer a diversidade de perspectivas e contribuir para a construção de soluções cada vez mais eficientes e inovadoras para os desafios do saneamento.
A engenheira civil Maria Paula Bueno Galé atua na área de Obras da BRK e acompanha diferentes etapas dos empreendimentos, desde o planejamento e o controle de custos até o suporte à execução das obras. Sua rotina envolve o acompanhamento de indicadores, a gestão de materiais, a elaboração de documentos, a validação de medições e o alinhamento entre diferentes áreas da empresa para garantir que as atividades ocorram de forma integrada.
Além disso, a profissional realiza visitas técnicas para acompanhar a evolução dos serviços, verificar aspectos relacionados à qualidade e apoiar a tomada de decisões, contribuindo para que os projetos saiam do papel e se transformem em benefícios concretos para a população.
“A engenharia é essencial para transformar projetos em soluções que chegam até as pessoas. No saneamento, isso significa planejar, construir e aprimorar sistemas que levam água tratada para milhares de famílias e que coletam e tratam o esgoto. Cada obra entregue representa mais saúde, mais qualidade de vida, mais preservação ambiental e mais dignidade para a população. Saber que o nosso trabalho contribui para isso é algo que dá muito significado à profissão”, destaca Maria Paula.
Embora a presença feminina na engenharia tenha avançado nos últimos anos, Maria Paula ressalta que ainda existem desafios relacionados a estereótipos históricos da profissão. Ao mesmo tempo, ela observa um cenário cada vez mais positivo, com mais mulheres ocupando posições técnicas, de gestão e de liderança.
“Cada mulher que ocupa esses espaços ajuda a ampliar referências e a tornar a presença feminina na engenharia algo cada vez mais natural. A engenharia precisa de diferentes olhares, experiências e formas de pensar. Quanto mais diversa, mais inovadora e representativa a profissão se torna”, afirma.
A BRK acredita que todas as pessoas devem ter a oportunidade de atuar na área que desejarem e, por isso, investe continuamente no aperfeiçoamento de suas práticas para promover um ambiente de trabalho cada vez mais diverso, inclusivo e acolhedor, estimulando a participação feminina em todas as áreas da companhia, incluindo a engenharia e as operações.